Ficha técnica:

artista: Bruno Oliveira

técnica: livro de artista impresso com xilogravura, 12 páginas; encadernação manual

dimensões:  25x16 cm (fechado), 32x25 (aberto)

suporte: papel japonês Mingei

tiragem: sem tiragem (impressão sob demanda)

ano: 2020

 

Observações:

A fotografia aqui apresentada é de referência, assim a tonalidade do papel e da impressão podem variar um pouco em relação ao que se visualiza na tela. 

A obra é enviada sem moldura, em um envelope rígido, com certificado de autenticidade assinado pelo artista. Algumas das obras são impressas sob demanda e outras estão disponíveis para pronta entrega. Entraremos em contato para informar os prazos de entrega.

Os livros são impressos e montados a partir de uma dinâmica de combinações distintas a cada exemplar. Partindo de 6 matrizes as imagens são combinadas e recombinadas cada vez que o livro é impresso e montado, ampliando assim o caráter  de efemeridade da narrativa. Tornando-se assim cada livro uma peça única dentro de um fluxo de imagens que passam sob nossos olhos como as águas de um rio.

 

 

Mais informações sobre esta obra:

 

"A permanência, pertence ao tempo como virtualidade potencial de suas próprias mudanças impermanentes"

                                                                       Luiz Cláudio da Costa

 

A efemeridade tem sido assunto constante na produção dos últimos anos. É como se a máxima de Karl Marx “tudo o que é sólido desmancha no ar” funcionasse como fagulha no atrito das ferramentas com a matriz. Talvez pelo encanto pela estampa japonesa do século XIX ou também por perceber, que a cada passo dado nas areias do tempo, o chão ganha novos desenhos que em breve serão apagados pelo carinho do mar.

Transformar acontecimentos corriqueiros em operações poéticas, como a queda das folhas de outono em um convite para uma dança, faz parte da tarefa diária do ofício do artista.

 É pela vida ordinária que meus olhos tem se encantado, curiosidade e desejo por perceber aquelas coisinhas invisíveis que estão clamando por atenção, e que a maioria das pessoas insiste em ignorar.

Para a produção do trabalho intitulado “dos rios” o códex aparece como um instrumento para amalgamar as camadas da obra ampliando a potencialidade das estampas.

Bruno Oliveira - dos rios

R$600,00
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artista: Bruno Oliveira

técnica: livro de artista impresso com xilogravura, 12 páginas; encadernação manual

dimensões:  25x16 cm (fechado), 32x25 (aberto)

suporte: papel japonês Mingei

tiragem: sem tiragem (impressão sob demanda)

ano: 2020

 

Observações:

A fotografia aqui apresentada é de referência, assim a tonalidade do papel e da impressão podem variar um pouco em relação ao que se visualiza na tela. 

A obra é enviada sem moldura, em um envelope rígido, com certificado de autenticidade assinado pelo artista. Algumas das obras são impressas sob demanda e outras estão disponíveis para pronta entrega. Entraremos em contato para informar os prazos de entrega.

Os livros são impressos e montados a partir de uma dinâmica de combinações distintas a cada exemplar. Partindo de 6 matrizes as imagens são combinadas e recombinadas cada vez que o livro é impresso e montado, ampliando assim o caráter  de efemeridade da narrativa. Tornando-se assim cada livro uma peça única dentro de um fluxo de imagens que passam sob nossos olhos como as águas de um rio.

 

 

Mais informações sobre esta obra:

 

"A permanência, pertence ao tempo como virtualidade potencial de suas próprias mudanças impermanentes"

                                                                       Luiz Cláudio da Costa

 

A efemeridade tem sido assunto constante na produção dos últimos anos. É como se a máxima de Karl Marx “tudo o que é sólido desmancha no ar” funcionasse como fagulha no atrito das ferramentas com a matriz. Talvez pelo encanto pela estampa japonesa do século XIX ou também por perceber, que a cada passo dado nas areias do tempo, o chão ganha novos desenhos que em breve serão apagados pelo carinho do mar.

Transformar acontecimentos corriqueiros em operações poéticas, como a queda das folhas de outono em um convite para uma dança, faz parte da tarefa diária do ofício do artista.

 É pela vida ordinária que meus olhos tem se encantado, curiosidade e desejo por perceber aquelas coisinhas invisíveis que estão clamando por atenção, e que a maioria das pessoas insiste em ignorar.

Para a produção do trabalho intitulado “dos rios” o códex aparece como um instrumento para amalgamar as camadas da obra ampliando a potencialidade das estampas.